Eu sempre li quadrinhos,

eu sempre li quadrinhos, revistas de videogame, e aquelas revistas com resenhas de anime, Sem saber eu comprei uma Dragon, ela se tornou Dragão Brasil depois, fui comprando as revistas até sair a primeira versão de Defensores de Tóquio que mais tarde seria o 3D&T, essa revista inclusive eu comprei sem saber que era um sistema de RPG, ensinei alguns amigos a jogar e fui ensinando gente cheguei a ensinar 50 pessoas 
Que hoje em dia tem seus próprios grupos, conheci Tormenta porque sempre fui leitor da revista Dragão Brasil e todo material lançado pelo trio tormenta hoje um quinteto, li tudo e minha coleção é vasta, pretendo voltar ensinar pessoas a jogar RPG. É incrível que tanto tempo tenha se passado.

Junior Ricardo Rutz – via Facebook

Eu conheci Tormenta

com 11 anos, a partir de HA…. Primeiro meu irmão mestrava as mesas, que eram em sua maioria solos.

Com o tempo eu comecei a devorar os livros e a saber mais do universo do que ele. Nesse ínterim eu também comecei a me apegar ao universo e a sentir como uma casa para mim, um lar.. pode parecer besteira, mas… Tormenta está no meu coração, e sempre foi muito importante para mim.

Nathalia Macedo Haddad – via Facebook

Minha história é recente,

sempre ouvi falar de RPG e como todo bom nerd sempre curti fantasia mas nunca tive amigos o suficiente pra por em prática e acabei deixando de lado essa vontade a muitos anos atrás. No final de 2016 eu já não aguentava mais viver a minha vida, é difícil demais, demais mesmo abrir isso mas também sei que isso é muito comum.

Passei uma vida inteira fingindo ser quem eu não sou e quando não aguentava mais procurei ajuda pra tratar uma depressão que basicamente me fez perder tudo e abandonar tudo, me encontrava em uma bolha. Durante as sessões de terapia minha psicologa sugeriu que eu tivesse um Hobby, algo que eu gostasse mesmo de fazer e em 2018 eu resolvi procurar amigos de infância com intuito de montar uma mesa e Tormenta foi o cenário escolhido. Mesmo todos sem nenhuma experiencia com RPG eu comecei a mestrar, comecei a sair daquela bolha porque amava jogar, amava estar cercado de amigos, vivendo no nosso mundo de fantasia onde a gente pode ser o que quiser, onde a gente pode se libertar. A mesa cresceu, graças ao RPG e Tormenta principalmente, conheci mais gente que estava afim de jogar, fui chamado pra jogar em outras mesas também e consegui retomar aos poucos a vontade de continuar. Hoje eu não tenho medo nem vergonha de ser quem eu sou e tenho certeza que o RPG me ajudou nisso.

Lucas Bertocchi – via Facebook

Tormenta se tornou especial

para mim no momento em que eu comecei a ter sintomas fortes de depressão. Jogava não apenas por jogar: Tormenta se tornou o único remédio sem psicoativos que eu podia “usar”.

Tormenta até hoje é minha única válvula de escape, minha única forma atualmente de me desligar do mundo e aliviar a pressão externa para viver em um personagem, em um mundo, onde eu possa ser quem eu quiser. Resumo bobo mas é isso ae.

Henrique Rio – via Facebook

20 anos.

Um ano antes de Tormenta eu tinha aprendido o que era RPG. Tinha me mudado pra outro município. Não tinha mais amigos, escola diferente. Aquela história padrão de filme adolescente.

“Você joga rpg?”

Entre não fazer ideia do que eram aquelas três letras e ser um apaixonado foi muito rápido.

Era um município pequeno. Não tinha muita gente que jogava.

A dragão era quase um amigo pra conversar. Eu lia aquelas páginas e ficava maluco. Totalmente maluco.

E era uma sensação sem igual. A livraria da minha cidade se chamava “Coliseu”. Imaginem. Ir ao coliseu comprar a Dragão nova.

E aí publicaram a edição 50.

Pro meu grupo foi uma coisa incrível. Na época a gente usava um cenário nosso. Era um mapa do Brasil virado ao contrário. Começamos a somar o que tinha saído na Dragão 50 ao nosso cenário, que virou uma ilha próxima de Arton.

20 anos. Tem 20 anos que Arton faz parte da minha vida.

Quando eu entrei na faculdade, em 2006, foi um negócio meio traumático. Eu lembro de chegar lá e me sentir mega deslocado.

Até um colega de turma virar pra mim e falar: cara, vi que você faz uns desenhos legais, você já jogou RPG?

Foi a maior campanha que eu mestrei na minha vida. Três anos em Arton. Mestrando pra outras 5 pessoas que nunca tinham conhecido o cenário. Alguns até hoje estão aí, jogando no cenário, apoiando no Catarse.

Sou muito grato ao trabalho de vocês. Tenho dificuldades de interação, diversas, e Arton já foi, pra mim, assunto de conversas com mais de um desconhecido.

Três anos de campanha. 20 anos nesse cenário.

E eu quero mais!

Rodolfo Xavier – via Facebook

Hoje ouvi um crossover que aguardei muito pra ouvir:

@jovemnerd @azaghal e o pessoal de #Tormenta20 @JMTrevisan @leonelcaldela e @guilhermesvaldi.. O sentimento nostálgico, que desde o início da campanha está no auge, após ouvir esse Nerdcast então…

Não teve como me identificar quando o Trevisan fala que muitos eram adolescentes quando conheceram o sistema e com tempo, emprego, carreira e tal, hoje conseguem ajudar no financiamento, coisa que não podiam quando menores..

Isso só me remeteu quando eu e mais dois amigos (@Wiires é um deles) fizemos vaquinha pra comprar o Tormenta 3D&T que estava 20 reais e nos não tínhamos como comprar. Cada um tinha uma porcentagem no material e eu narrava a mesa… e tudo isso para jogar no nosso próprio mundo, que foi outra coisa que o pessoal falou no Nerdcast e que é o principal motivo de eu apoiar essa nova fase da Tormenta: a criação e adaptação dos seus próprios cenários. A minha vida com Tormenta começou com uma HQ da Holy Avenger que achei no lixo! Nos já jogávamos um “RPG” de tabuleiro, onde eu desenvolvia uma história com pequenas cidades e tal. Quando eu encontrei HA e vi que tinha todo um cenário nacional, peguei emprestado partes que eu tive acesso na HQ e joguei no meu cenário. Chamávamos ele de Arton2. Com o tempo de mesa, acho que jogamos por quase uns 3 a 6 anos, o cenário ia crescendo, com novos Reinos, continentes, personagens que iam fazendo história,eu e o Wires revesamos a narração, e cada vez q conhecia algo novo no cenário, acrescentava na nossa Arton 2.

Enfim, só queria deixar aqui o quão incrível é ter vivido essa história, e agradecer + uma vez por permitirem isso acontecer!Ansioso pelo novo material,ansioso para mostrar isso para outras pessoas, meus filhos no futuro. Obrigado por fazerem tantos quanto eu felizes!#Tormenta20

Leo Bezerra – via Twitter

Minhas #HistoriasDeTormenta começaram há uns 15 anos,

lá em 2004. No meu 3º ano do Ensino Médio, em 2005, eu já procurava pessoas pra tentar montar uma banda de Power Metal que fizesse músicas sobre #Tormenta20. Antes disso, o RPG em geral havia me atraído. Eu comprei os livros de D&D 3.0 em 2004, economizando dinheiro do lanche, e lia a Dragão Brasil todo mês. Ao mesmo tempo, ia me encantando com o ritmo do metal. Mais que isso: tinha conhecido um tal de Rhapsody.

A banda italiana fazia músicas sobre uma saga de fantasia que culminavam em batalhas épicas. Eu queria – ainda quero, na verdade – que Tormenta tivesse algo parecido. Cheguei a escrever letras, mas nenhum instrumentista que eu conhecia levava a ideia a sério. Pena ter jogado fora. Mas eu lembro de algumas das músicas que tinha escrito: Arsenal, Master of Artifacts Eternal Horror – sobre os horrores da tempestade The Holy Avenger A Game of Chess – sobre a disputa entre Nimb e Khalmyr.

Por isso acho muito estranho quando, agora que revelaram que podemos ver um curta-metragem de Tormenta como parte da campanha #Tormenta20, as pessoas reclamarem tanto. “Ain, quero o anime!” Poxa, ver algo assim deveria ser somente a realização de um sonho de expansão do universo.

Acabei não seguindo a carreira de músico (ainda). Mas escrevo profissionalmente como jornalista, quero ser escritor e começo a fazer roteiros de quadrinhos. Muita coisa aconteceu, mas o mundo de Tormenta sempre continuou familiar – mesmo quando passei sete anos sem jogar RPG. O pensamento do @Marcelo_Cassaro me motiva especialmente. Ainda lembro dos textos de Introdução de 3D&T. Aprendi muito que uso ainda hoje, no Jornalismo. “Mostre, não conte” estava nas Dicas de Mestre antes de ler sobre, por exemplo. E tem outras coisas que eu ainda acho que Tormenta pode fazer. Quem sabe um dia eu consiga propor isso pessoalmente, hehehe.

Tormenta finalmente chegou ao seu vigésimo nível. Agora, uma nova aventura vai começar, desde o nível 1. Vai ser muito legal. Atualiza o mundo para acompanhar o nosso, com autores que estão pensando nessa conversa entre o lado de fora e o lado de dentro da fantasia. Bons dados!

Marcelo Grisa – via Twitter

Eu comecei a jogar RPG de mesa com meu amigo

Geraldo que levou na minha casa uma vez, um certo Manual 3D&T (Aquele de capa vermelha da DB 60) e um outro livro de capa preto com um título chamativo, um tal de Tormenta (A primeira edição da DB 50), para mim o termo RPG não era estranho afinal eu era aficionado pela série Final Fantasy, e foi assim que eu e outros amigos jogamos a primeira das incontáveis aventuras, e aí que surgiu o lendário Gilgamesh Orby, um guerreiro colecionador de espadas lendárias.

Após aventuras e desventuras, descobri que em Tormenta havia um tal de Mestre Arsenal que era meu “rival”, afinal ele também colecionava itens mágicos… Nesse meio tempo tratei de adquirir os mesmos livros que me introduziram nesse mundo. Eis que me deparei com uma certa outra notória revista, Holy Avenger, e reparei que na capa havia uma personagem que eu reconhecia de outro lugar, a Druida Lisandra desmaiada e um “tritão” de fundo (Eu ia lá saber que o Deenar era uma Elfo-do-mar?!), foi a época que tanto eu quanto meu personagem Gilgamesh, nos apaixonamos pela Lisandra… E algum tempo depois de pois de tanto aporrinhar o mestre, consegui fazer meu personagem se casar com ela.

Claro que também comprei as DB todo mês e quando surgiu a Revista Tormenta também, mas na época que saiu a infame 3ªEdição do cenário em um livro com regras para 3D&T e Daemon, dei uma afastada do cenário em si, comecei jogar algo “mais adulto”, pensamento bobo de um adolescente, jogando e colecionando o Sistema Daemon, depois migrando para D&D 3,5 para o cenário de Forgotten Realms, até a total parada de jogo afinal a vida acontece…

Anos depois durante o Anime Friends no Mart Center, passando entre os pavilhões eis que vejo um stand que tinha alguns livros de RPG e várias DB antigas, nesse momento me deparo com materiais de Tormenta e algo que me chama a atenção: três romances que quando li a sinopse dele para a minha surpresa, descubro que eram de Tormenta, na mesma hora aquela animação de jogar RPG naquele mundo havia voltado com força total, foi que eu havia sido fisgado novamente, comprei os três livros, e nos dias que se seguiram descobri que Arton havia continuado sem mim, que a Tormenta em Tamu-ra havia sido destruída, a deusa dos elfos não era mais do panteão, a Aliança Negra havia tomado Khalifor e agora começava sua conquista rumo ao Reinado, então tratei de correr atrás do tempo perdido, desde então não desgrudo mais do cenário, e cá estamos 20 anos depois de seu lançamento, A Flecha de Fogo foi disparada, Arsenal foi derrotado, Valkaria foi liberta e mais desafios que surgiram…

E comemorando esses 20 anos é claro que eu participaria (afinal eu quero meu nome imortalizado no livro) da arrecadação absurda que se pagou em menos de 1 hora de campanha e que tenho certeza vai romper a barreira do 1 milhão… Pois é A Tormenta é mesmo inevitável!

Rodrigo Ansem – via Twitter

Jogar em Arton é sempre como voltar pra casa.

Eu comecei a jogar RPG com umas regras que o pessoal da rua usava. Mais tarde, fui descobrir que aquilo era um 3D&T muito modificado, cheio de house rules. O contato de verdade mesmo veio com o 3D&T Turbo, quando compramos o manual de fato.

Não tínhamos o manual de Tormenta, mas tínhamos algumas DBs avulsas que chegavam na banca de jornal próxima. O mestre criou um mundo com Montanhas Sanguinárias, a Savana, Valkarya, etc, mesmo sem saber exatamente que tudo aquilo pertencia a um lugar só. O nome do mundo dele era Arton, inclusive, mas não era a Arton oficial. Era nossa versão de Arton. Jogávamos com meio-dragões, elfos sem pátria, trogs, tudo no 3D&T, por volta de 2004 e 2005.

Eventualmente compramos o manual de Tormenta para 3D&T Turbo e fomos de vez para a verdadeira Arton. A campanha começou em 2007, e segue até hoje. Vivemos inúmeras histórias no Reinado, nas Sanguinárias, derrotamos Arsenal e os minotauros, e alguns acontecimentos políticos tomaram rumos diferentes na nossa campanha.

Não jogamos muito o TRPG, mas é por todas essas razões que Arton e a Dragão Brasil são minha primeira casa. Foram minha primeira casa antes de eu saber que o que eu jogava era 3D&T. Foram minha primeira casa antes de eu saber que o mundo que eu estava era Arton. 

Com Tormenta20, o sentimento é de voltar pra casa mais uma vez.

Glauco Lessa – via Facebook

Há vários anos eu estava perambulando

pelas rua a noite com uma turma quando encontrei um cara que mestrava pra galera ai eu perguntei se não tinha vaga ele me convidou a assistir eu fui gostei joguei 3det turbo com eles por um bom tempo depois sai e fui jogar online com uma mesa que dura 2 anos.

Tormenta sempre foi o cenário ideal e o meu preferido e vários pj ja passaram na minha mão seja o mago de 4 pv que achava que conseguia invocar skar, um ogro adotado por um vampiro que tinha 80 pv e pedia cura toda hora até uma halfling libertadora de Valkaria que atinge a escala kami !!

Jean Francisco – via Facebook