Em homenagem ao sucesso do financiamento coletivo de Tormenta 20, reuni aqui as histórias apaixonadas de fãs e sua relação com Tormenta, desde aqueles que começaram lá atrás, junto com a Dragão Brasil 50 até os que conheceram recentemente e se apaixonaram. Para contar sua história aqui, poste no Facebook ou Twitter com as hashtags #historiasdetormenta e #Tormenta20
com meu tio que era alguns anos mais velho que eu na época, no começo não tínhamos bem um sistema, era difícil de achar material em porto alegre na época, então jogávamos um Frankstein de regras de sistemas aleatórios com uma ficha selfmade, tudo em cadernos de aro escrito a lápis, depois de um verão de aventuras não tão bem feitas assim, descobrimos o 3D&T.
Comecei a jogar RPG ainda no AD&D mas era uma mesa dispersa e problemática. Depois de um tempo joguei D&D 3.0 que me fascinou e depois o 3.5, mas na época tirando os básicos e alguns de regras, era complicado demais conseguir material de cenários e na primeira mesa que resolvi mestrar era difícil criar tudo do nada. E aí entrou Tormenta, me apresentando um mundo fantástico, com um norte pra histórias em termos de regras como os deuses, os reinos a política. E fui comprando tudo que saia aos poucos e me apaixonando cada vez mais pelo cenário.
Um grande número de jogadores jogou em Arton comigo nos últimos 20 anos, mas o que mais me marca começou a uns 15.
Em uma mesa uma personagem me chamou atenção, ela nem era a PJ de um jogador, que planejava fazer dela uma teurgista mística, em um revés do grupo, os personagens se enfrentaram e pra evitar um mal maior ela matou o restante do grupo, deu game over e todos resolveram fazer uma ficha nova. Os jogadores fizeram incluindo o que jogava com essa personagem, então resolvi pegar ela como NPC, que guiaria eles nessa nova mesa. A personagem de desenvolveu tanto que aos poucos ela foi tomando o lugar das divindades menores, até que ela enfrentou a tormenta (que não era tão bem descrita na época já que não tinha saído área de tormenta e nem a trilogia), venceu em parte e foi superando as divindades maiores, até ela ver que o mundo tava tão corrompido que ela foi procurar outros, destruindo aquela Arton no processo. Essa mesma personagem avançou por Forgotten, Ravenloft , Dragonlance e outros cenários, mas seu poder era incompatível e lá foi destruindo cada um dos universos impuros em busca de um poder maior. Até que ela achou, do resto de todos os universos que ela destruiu sobrou uma essência de poder, aquilo que formava universos e ela quis esse poder para ela. Quando ela quase o dominou , alguns poucos deuses restantes dos universos destruídos, e outras criaturas de poder semelhante como diabos, Titans, Demônios se uniram até aprisionar ela num local que poderia conter o poder dela e da essência mas deixá-los usar parte desse poder para a construção de um novo mundo. E esse novo mundo foi o meu cenário por anos, sempre com plots que levavam até um possível despertar dela para outra batalha, usando cultos, aspectos de divindades menores e tudo mais. A situação cresceu tanto, que peguei tanto carinho por essa personagem surgida em Arton que quando tive minha filha , não houve nem conversa (já que a mãe dela também jogava RPG comigo), o nome da minha filha é o dessa Personagem. Hellen.
Mas a ligação da Hellen com a tormenta não acabou na origem. Três meses depois dela nascer uma série de fatos que não convém citar levaram a eu ficar com ela pra criar sozinho, desempregado e quase em depressão. Vendi quase todo meu material de RPG na época pra comprar as coisas dela até arrumar um emprego. Com o passar do tempo tudo se estabilizou, minha filha tá grande e minha mãe foi a primeira a falar, que eu deveria voltar com o jogo, que seria até legal pra minha filha escutar as histórias que inspiraram o nome dela.
Eu tava bem desanimado, até que um amigo trouxe o Tormenta RPG pra mim (versão guilda do macaco ainda) que por incrível que pareça até o início do ano eu não tinha lido. (tava jogando Pathfinder antes dos problemas ).
Li o livro e me apaixonei , muitas das simplificações de regra que eu fazia, ler sobre o cenário que amo, como ele foi atualizado (últimas atualizações que tinha visto foram a trilogia , área de tormenta e contra arsenal). Passei a escutar a guilda indo e voltando do trabalho (até ouvir todos os episódios) e fui recuperando a vontade de jogar e principalmente me livrei do bloqueio criativo que me impedia de mestrar, e voltei a mestrar em três frentes, uma mesa pelo telegram, uma física e uma especial, que na verdade não é uma mesa, mas uma versão dos contos de Hellen que conto pra minha filha quando ela quer ouvir historinhas.
Li a flecha de fogo em dois dias quando uma amiga trouxe da CCXP, tava comprando o material de TRPG e apoiei com muita felicidade o Tormenta 20.
Mas posso dizer o RPG, mais precisamente tormenta me ajudou muito a superar a depressão , tava vivendo só pela minha filha e o RPG me trouxe de volta certos prazeres, inclusive de criar coisas pra ela. E ela ama assistir as sessões, rolar os dados pros meus amigos e tá se tornando uma atormentada (no melhor dos sentidos).
E agora minha mesa Atual de Tormenta caminha pro lvl 5 e a felicidade de jogar tá imensa e a ansiedade pelo T20 maior ainda !
em 1997, e fui conhecendo o RPG de mesa ( vampiro, lobisomem e mago ) e era bem intolerante ao universo mais fantástico do AD&D… mas quando a DB lançou o exemplar 50 fiquei confuso e me permiti a conhecer o o universo de Tormenta!!!
Fui me apaixonando pelo universo e história de tormenta! Os contos como ” Balada Do Triste Fim” fizeram eu pegar um carinho e ver o mundo de tormenta com várias possibilidades… ainda todas muito fantásticas ao contrário do realismo sombrio/gótico do vampiro. Tinha uma visão muito limitada ainda do cenário pois só o via como uma coisa meio colorida, mangá e talvez meio exagerada… Mas vocês foram nos mostrando que tormenta podia ser isso e muito mais com os dramas e outros pontos mais maduros/sérios!!!
Eis que surge o primeiro romance de tormenta, por alguém (Leonel Caldela meu escritor favorito) que nem se quer fazia parte do trio fundador, o qual fiquei muito incomodado por ter tido essa “audácia” de escrever sobre tormenta ( mesmo sendo meu conterrâneo), e estava escrevendo esse romance que explicava a origem do maior mistério desse universo! Por causa da dragrão brasil que apareceu parte do capítulo do cerco eu fiquei perplexo com a descrição da cena e me obriguei no intervalo do trabalho a ir na jambô comprar o livro que havia prometido a mim a não colaborar com esse “intruso/metido” ( mesmo tendo gostado do conto dele sobre o grupo do mau) !😅😂 Foi aí que me deparei com essa obra prima e vangloriei o Leonel e fiz questão de me encontrar com ele em uma sessão de autógrafos na Jambô Editora( atual Nerdz )para me retratar e humildemente agradecer por tudo que ele fez ao cenário. Falei para ele isso tudo pessoalmente e ele falou que eu não era o primeiro 😅😂 Daí em diante fui o primeiro a esperar a loja a abrir para comprar o primeiro livro das continuações da trilogia 😏
Graças ao Leonel conseguimos ver o lado terror, escatológico e vil de tormenta e sem dúvida ajudou a abrir mais portas ainda para esse universo!
Hoje depois de 20 anos mesmo não jogando a 13 anos sempre me mantive atualizado nos livros de RPG, literatura, livro jogo, revistas e coisas referente ao cenário… meu hobby nerdístico em acompanhar e saber como está o desenrolar desse mundo!
Eu estou muito feliz por vocês todos do quinteto (trio fundador Rogerio Saladino, JM Trevisan, Marcelo Cassaro, Guilherme Dei Svaldi pelos booster de magic que me davam sorte e por me dar em mãos os livros que comprei e ao Leonel por sempre ser super receptivo mesmo não ter ido comer o speed que ofereci pagar para ele 😅😂)!!!
Imagino a felicidade de vocês, pois eu estou incrédulo e faceiro e quase chorei no twitch com a citação do Saladino no final! Amigos, momentos, sessões de RPG regadas de refri, pipoca, fast foods e zoeragens!!! Foi nostálgico demasiadamente e quero que tormenta siga se expandindo para todo sempre! Se minha felicidade é essa não consigo mensurar a felicidade de vocês!
Parabéns por tudo e sucesso galera!
De vosso humilde, mas sincero e singelo fã Gathgaryon, o druida elfo de Lamnor 😉
com uma caixa de Dragon Quest, como eu era o mais animado do turma, fiquei com a missão de mestrar a aventura. Eu digo aos meus colegas de aventura que já conhecia e jogava no cenário de tormenta antes mesmo dele existir. Logo depois que comecei a jogar me deparei nas bancas de revista com a Dragão Brasil, comprava todas que apareciam na minha frente, ia em sebos caçar as revistas, era colecionador.
Antes da DB 50 eu mestrava as aventuras e acrescentava os npcs e elementos da revista nos meus jogos. Quando saiu o cenário de Tormenta, foi incrível, eu acreditava que os autores tinham ouvido meus desejos. Um cenário de fantasia medieval com temática anime era tudo o que faltava nas mesas de RPG que eu jogava ou mestrava. Hoje vejo que muito da diversão da minha adolescência e juventude é devido ao trabalho desses caras. Tormenta é e sempre será o meu jogo de RPG preferido.
Esses são os personagens que fazem parte da minha campanha. Sou parte desse grupo há 16 anos (sou o druida) e tudo começou quando um desses amigos trouxe um manual 3D&T para o colégio. Tínhamos 12 anos e dois dados toscos.
Todo recreio a gente jogava, e isso foi até o final do colégio. Nossa paixão por Tormenta sempre foi tanta, que fomos mudando de sistema, mas mantendo os personagens e a campanha! (O ladino era humano, mas sofreu um retcon porque o jogador se apaixonou pelos Qareen).
A gente acompanhou o final de Holy Avenger, Libertação de Valkaria, explicação dos Lefeu, a revelação de Kallyadranoch, a criação de um manual básico próprio (o TRPG), Guerras Táuricas e tudo o que veio!
Atualmente estamos com os mesmos personagens e adivinhem: estão nível 45 e estamos enfrentando Lordes da Tormenta. É meio sofrido mas estamos dando o nosso jeito.
O RPG – mais especificamente Tormenta – nos transformou para sempre. O paladino ajudava o mestre a montar mapas e plantas dos lugares, e descobriu sua vocação na arquitetura. Eu amava descrição de lores e acabei me tornando escritor. E esses são só dois exemplos!
E o mais curioso é que a vida nos separou, então jogamos com pouca frequência. Nos tornamos pessoas diferentes, que pensam de maneira diferente, mas quando estamos na mesa com nossas fichas… Somos M’kabi, Abir, Auron e Sínead, e é isso que importa.
Por volta de 27 anos. Comecei com o clássico AD&D 2 edição com meu primo. Sempre gostei e ainda gosto muito de jogos e tecnologia, mas ali percebi que RPG de mesa seria o meu hobbie favorito. Quase 30 anos depois, isso continua um fato. Desde então conheci dezenas de cenários e sistemas, e fui encontrando mais pessoas que partilhavam do gosto ao hobbie. Eram tempos onde existia muito pouca informação, e muitos jogavam através de livros em inglês xerocados. Anos foram passando, e foram surgindo mais meios de se conhecer esse universo, como as revistas Dragon Magazine e Dragão Brasil. Ainda tenho minha coleção rs. Com isso, o RPG nacional passou a ficar mais forte. Lembro de, ainda naquela época, jogar em Arton quando ainda era um cenário de retalhos soltos, antes mesmo de se tornar um cenário de fato. Tempos depois, com o lançamento de Holy Avenger, muitas pessoas passaram a conhecer Tormenta, onde o cenário foi se estruturando. Hoje em dia, depois de diversos manuais, migração ou reformulação de sistema, romances, hqs e ate jogo eletrônico, Tormenta com certeza é o maior cenário nacional. Confesso que eu tenho todos os manuais, mas narro com sistema homebrew. Eu gosto de ter os livros oficiais para adaptar ao meu sistema. .
Tormenta é meu cenário favorito e jogo desde antes de ser um cenário de fato, e vi como ele mudou muito os sistemas utilizados. 3d&t, Ad&d, Daemon, Gurps, D&D 3.5, Tormenta RPG…… o que me fez sempre priorizar o cenário, não o sistema. Afinal, eu ainda tenho mesas que narro para os mesmos amigos, usando os mesmos personagens, desde 2005 e uma sub mesa dentro dessa iniciada com outros personagens, mas mesmos jogadores, em 2015. E as mudanças de sistemas sempre são complicadas em campanhas longas. Nas curtas e oneshots, gosto de usar o sistema oficial integralmente. Já essas minhas duas campanhas, uso muito do que sai oficialmente que pego dos livros comprados, e adapto a nossa mesa. Engraçado que muitas coisas que saem como oficial, saem muito semelhantes ao que acontece em nossa mesa. Casam certinhas. Ri muito ao ler o Mundo dos Deuses, e jogadores surtarem como os plots combinavam. Assim como em Império de Jade. Estou bem ansioso pelo Tormenta 20 e ver como estará o sistema, e já garanti o meu neste épico financiamento que vem rompendo barreiras. O RPG NÃO morreu.
de acompanhar e incentivar o Tormenta desde o seu início? 😉 Desde muito antes da atual casa do cenário, a @jamboeditora, Arton já era a minha segunda casa. Era ali que eu gostava de passar meu tempo, de viver aventuras, de juntar amigos e chutar bundas de vilões. Na época, pela falta de renda própria (por conta da idade e de ser de família pobre) acompanhava tudo graças ao meu “irmão que me adotou”, @uchoa.dea, ele é o responsável pelo meu amor por RPG, livros, HQs… Enfim, boa parte do que me faz feliz e, assim, indiretamente responsável pelo @multiversosnerd. Foi dele que herdei grande parte da minha coleção inicial de ‘Dragão Brasil’. Mas não parou ali, claro. Pelos anos seguintes, já com disponibilidade para tal, segui acompanhando de perto o crescimento e desenvolvimento do cenário (registrei aí na imagem alguns pontos, mas é tanta coisa… Não tenho “quatro braços” pra segurar tudo o que gostaria).
Desde ontem estou, como muitos, na euforia de poder participar ativamente do futuro do cenário, de ver meu nome no livro, de ver sendo ampliadas as fronteiras do Reino que escolhi como lar. Tormenta 20 é um sucesso absoluto. Mais do que os números mostram, Tormenta é onde vários de nós depositamos algumas horas junto aos amigos para tornar um mundo, o de Arton, um lugar melhor. E que bom saber que tantos querem esse mundo maior e melhor, assim como eu. Obrigado, @marcelocassaro, @JMTrevisan, @rogerio.saladino, @leonelcaldela, @guilhermesvaldi! E contem conosco. . PELO REINADO! POR ARTON!!!
mas acho que em nenhum momento eu expliquei o que é. Então, aqui vai uma explicação bem pessoal, para quem ainda não conhece:
Em 2015, eu já tinha publicado meus quatro primeiros livros, quando decidi mandar meu material para uma editora que eu admirava há muitos anos, a Jambô Editora. Ao mandar, pensei comigo mesma: “Imagina só se eles me chamam para escrever dentro do mundo de Tormenta! Ha ha.” Descartei a ideia como sendo algo fora de alcance, nada mais do que uma brincadeira. Para minha surpresa, realmente fui chamada para escrever pra Tormenta. E não era qualquer texto. Fui convidada a escrever um romance!!! Uma das coisas mais legais do cenário! Até então, os únicos romances de Tormenta haviam sido escritos por Leonel Caldela, um grande escritor que sempre admirei.
Escrevi o livro. A Jambô publicou. Foi um tremendo sucesso. Participei com a editora da Bienal do Rio. Participei da CCXP. Escrevi alguns contos. Fui convidada a escrever um segundo romance. Conheci o editor Guilherme Dei Svaldi… (mas isso já é outra história).
Desde o início, foi uma honra enorme escrever para Tormenta. A equipe é sensacional, e fui muito bem recebida por todos. Um dos autores, Marcelo Cassaro, foi criador do primeiro RPG de mesa que eu tive na vida, o 3D&T. Nunca vou esquecer o dia em que meu pai, Matias Gonsales Soares, chegou em casa dizendo que tinha comprado algo para mim! Tenho muito carinho pelo 3D&T.
Mas, afinal de contas, o que é Tormenta?
Tormenta é o maior universo de fantasia do Brasil. Foi originalmente criado em 1999 por Marcelo Cassaro, Rogerio Saladino e JM Trevisan. Na época, os três eram responsáveis pela revista Dragão Brasil, onde publicavam material autoral para ser usado na mesa de RPG. Certo dia resolveram reunir todo o material já publicado e criar um universo coeso. Surgia Tormenta. Pouco tempo depois, Leonel Caldela e Guilherme Dei Svaldi se uniram ao grupo, como criadores oficiais, e o conteúdo publicado foi se diversificando.
Com o passar desses vinte anos, Tormenta deixou de ser apenas um cenário de RPG e se tornou um mundo de fantasia muito rico e diversificado, com contos, romances, HQs, livros-jogos… tem material para todos os gostos! Hoje, além do quinteto, conta com uma cacetada de game designers, ilustradores e escritores (tipo eu!) que ajudam a manter o universo sempre em movimento.
Agora, estamos comemorando 20 anos de Tormenta. Para isso, está sendo lançado um novo manual básico de RPG. Esse livro vai servir tanto para facilitar a introdução de novas pessoas ao RPG de mesa, quanto para atualizar o cenário para quem já é veterano. Por exemplo, os acontecimentos do meu romance, A Joia da Alma, vão refletir nesse livro novo. Meus personagens estarão lá, ilustrados pela talentosíssima Erica Awano.
Tormenta 20 está sendo lançado por financiamento coletivo na plataforma do Catarse. A meta era arrecadar 80 mil reais em 60 dias. Para nossa surpresa, batemos essa meta em apenas UMA HORA de campanha. Uma vez que passamos a meta básica, temos extras especiais para cada meta estendida que é batida. Só que mais uma vez os fãs nos surpreenderam, e TODAS as metas estendidas foram batidas em pouco mais de 12 horas de campanha (estamos trabalhando para trazer mais!). Nesse exato momento, já arrecadamos 340 mil reais, sem contar os apoios feitos por boleto bancário, que serão processados só na segunda-feira.
Tormenta 20 é sucesso absoluto. Estamos batendo diversos recordes! Agora, nosso objetivo é torná-la a campanha de financiamento coletivo de maior sucesso da história do Brasil. Para isso, precisamos de mais apoiadores. Venha você também, participe com a gente!
Para apoiar, entre em www.catarse.me/tormenta20. Temos diversas opções de recompensas, de acordo com o valor do apoio. É só olhar na barra da direita e clicar em qual você prefere. Se tiver dúvidas, tem mais informações no lado esquerdo da página, ou pode falar comigo.
É isso! Esse post ficou beeeeem mais longo do que eu esperava… mas a verdade é que #Tormenta20 merece isso e muito mais! Esse é o maior lançamento da história do maior RPG do Brasil, e eu tenho orgulho de fazer parte dele! ❤
Eu nunca consegui comprar um D&D (Ad&d xerox, no máximo) Levou anos pra conseguir comprar um livro aqui e outro ali. Forgotten Realms, Ravenloft e Dragonlance era aqueles sonhos de consumo. Aí surgiu Tormenta. Acessível, adaptável e fantasia medieval…
Obviamente Tormenta se tornou meu cenário favorito. Abriu as portas pra mim como mestre e narrei uma campanha de 4 anos! Hoje aos 34 eu tenho condições de apoiar o financiamento coletivo do meu RPG favorito e farei com gosto. Que venha Tormenta20.
E uma das vantagens de trabalhar na Roleplayers foi poder espalhar Arton em dezenas de eventos e tb conhecer pessoalmente os autores. Aliás meu módulo básico de Tormenta RPG foi um presente do JM Trevisan e isso tem um valor especial. É a Holy Avenger deste paladino aqui
(não lembro o ano, mas lembro que eu devia ter uns 13 anos), esse livro aqui foi meu primeiro livro de RPG.
Mesmo sem nunca ter jogado 3D&T, esse livro me deixou curioso (pela capa e pela descrição), e antes mesmo de saber o que era 3D&T, eu já estava apaixonado por Arton. Demorei quase um ano pra achar um manual 3D&T pra jogar (e era o manual da edição que ainda não tinha PMs).
Ao passar dos anos, com o lançamento do Holy Avenger 3D&T e Tormenta 3D&T, eu nunca larguei do cenário, e mesmo quando eu me afastava, sempre tinha um lugar cativo no meu coração pra Tormenta e a Dragão Brasil.
Passam
os anos, vem o Tormenta d20, tanto o 3.0 quanto o 3.5, e os
maravilhosos títulos da Jambô, especialmente o Área de Tormenta e
O Panteão, que expandiram aquele mundo que eu já amava tanto além
dos limites que eu conhecia.
Li
O Crânio e O Corvo em um feriadão ma região dos lagos, depois O
Terceiro Deus assim que saiu e só depois tive como ler O Inimigo do
Mundo (na ordem errada mesmo). Esses livros colocaram o
@leonelcaldela
na
lista dos meus autores favoritos de todos os tempos.
Eu
lembro também quando, lendo a DragonSlayer 28 que anunciava o TRPG,
estava viajando e não conseguia conter a minha animação de ver as
novidades e ver Tormenta com um sistema próprio e as poucas regras
que apareciam nessa revista já me deixavam animado demais.
Quando
TRPG foi lançado, eu lembro de ver o Leonel e o Trevisan na já
extinta Bárbaras e Magias, uma loja no centro do Rio de Janeiro.
(CARAMBA eu tava muito FANBOYING eles naquele dia, eu só não lembro
com certeza, mas axho que o Guilherme também estava lá.)
Nas duas vezes que eu viajei pro Rio Grande do Sul, fiz questão de visitar a loja física da Jambô, e encher o saco de quem estivesse lá (acho que nas duas vezes foi o Rafael que me aguentou).
Vieram os suplementos, as aventuras, a nova Dragão Brasil, e Tormenta nunca esteve tão vivo no meu coraçãozinho de RPGista, mesmo sem tempo de jogar… E aí quando anunciaram o T20 eu fiquei com medo. Era tipo “tudo isso aqui não vai mais estar lá, aiaiai”.
E veio “A Flecha de Fogo”, um romance enorme (também terminado em um feriadão na região dos lagos) que mudou MUITO de como eu via Arton. Era claro que o mundo que eu amava estava mudando, e parecia rápido demais, eu estava muito me sentindo frustrado. Com as novidades que saíam na DB, eu ficava como criança birrenta, achando que estava bom como estava, que não se mexe em time que está ganhando, que eu ia perder o conteúdo que já existe, apesar dos autores sempre falarem “Vai dar tudo certo”. Quando soubemos mais, eu ainda tinha certas reservas, mas o carinho dos autores, o cuidado de não deixar ninguém para trás e a insistência de que o material seria compatível foi fazendo minhas preocupações desaparecerem.
Na DB 142 (ou melhor, no twitch do Trevisan editando ela), muita coisa ficou mais clara. Mudanças sim, mas compatível, sem motivo para desespero. Os dias até começar a campanha pareciam demorar o dobro pra passar, e a ansiedade não dando espaço. Hoje, não apenas #Tormenta20 está financiado (com meu devido apoio), mas já bateu mais da metade das metas extras (da última vez que eu vi estava nos 176k), e apesar de eu ainda querer saber algumas coisas (como, por exemplo, vai ter classe de prestígio? Por favor?) Eu tenho certeza que eu e meus amigos (que tiveram que me aturar dando updantes constantes sobre a campanha, mas tmb animados) ainda vamos jogar muito o #TORMENTA20, e isso é só o começo de mais uma era de Tormenta.